Banco dos BRICS sob Dilma: Crise e Acusações!

Gestão de Dilma Rousseff no NBD Ă© alvo de crĂ­ticas e denĂșncias internas.

Por Lucas Almeida em 01/03/2025 às 15:11:01
Foto: Ricardo Stuckert

Foto: Ricardo Stuckert

A gestão de Dilma Rousseff no Novo Banco de Desenvolvimento (NBD), conhecido como o banco dos BRICS, estĂĄ sob escrutĂ­nio devido a alegações de mĂĄ gestão, crise de liquidez e denĂșncias de assédio moral. Relatórios internos indicam que o banco não atingiu as metas de empréstimos estabelecidas e enfrenta desafios significativos em sua capacidade de resposta e eficiĂȘncia.

A assessoria de imprensa do NBD se manifestou sobre as alegações, afirmando que o banco enfrentava uma grave crise de liquidez quando Dilma assumiu a presidĂȘncia em março de 2023. Segundo a assessoria, o banco não realizava emissões em dólares hĂĄ 15 meses.

Além disso, a gestão de Dilma é acusada de impor jornadas de trabalho exaustivas, começando às 6h e se estendendo até as 21h, além de evitar conceder folgas aos funcionĂĄrios. HĂĄ relatos de que dois colaboradores buscaram assistĂȘncia psicológica devido à carga de trabalho.

A assessoria do banco negou as acusações de assédio moral, informando que não hĂĄ casos relacionados à presidente no departamento de conformidade e investigações do banco. A assessoria também esclareceu que o banco opera das 9h às 17h15 e que não obriga nenhum colaborador a começar o expediente às 6h, garantindo folgas regulares conforme as normas estabelecidas.

"Quando a presidente Dilma chegou, em março de 2023, o banco enfrentava uma grave crise de liquidez." alega a assessoria.
"O volume de empréstimos do banco ficou aquém do que foi previsto na estratégia geral para 2017-2021 e desacelerou mais em 2022 e 2023" destaca Ashwani K. Muthoo, diretor-geral do Escritório de Avaliação Independente do NBD.

Sob a gestão de Marcos Troyjo, ex-presidente do NBD, a instituição integrou Egito, Emirados Árabes Unidos e Bangladesh. Durante a administração de Dilma, não houve novas adesões.

Internamente, a presença da RĂșssia é vista como um fator que reduziu a competitividade e aumentou o custo de captação do grupo, de acordo com relatórios internos.

"A ausĂȘncia de um processo de tomada de decisão ĂĄgil e consistente também compromete a capacidade de resposta e a eficiĂȘncia geral do banco." consta em relatório interno.

Apesar das crĂ­ticas e desafios, a assessoria do NBD argumenta que não é apropriado concluir que o banco não atingiu as metas, pois o ciclo estratégico ainda estĂĄ em andamento.

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